A IA já está em uso. Nas salas de aula, nas equipes, nos processos. O que ainda não chegou é o critério para avaliar o que ela está fazendo com as pessoas, no desenvolvimento, na decisão, na saúde mental.
A pressa pela inovação é real. O custo também.
O ponto de partida para qualquer decisão sobre IA não é a ferramenta, é o humano. Como aprendemos, decidimos e formamos hábitos. E o que muda quando parte desse processo é delegado a uma IA.
Cada recomendação aqui parte de evidências e é testada antes de ser proposta. Isso porque o custo de errar nesse campo recai sobre o que as organizações mais precisam proteger, as pessoas.
À frente da gAIeduc está Giselly Mondardo, Psicopedagoga, Mestra em Educação pela UFPR e Doutora em Educação pela FURB, com mais de dez anos de experiência em pesquisa, docência e gestão universitária.
Trabalha com empresas que precisam entender como a IA afeta decisão, produtividade e cultura, e com instituições de ensino que querem integrar tecnologia com critério pedagógico e base científica.